sexta-feira, 4 de novembro de 2016

"depois aprendi que escuridão é silêncio e é, pode ser, uma casinha pendurada no cume de uma rocha, ou uma lamparina que se apaga à medida que nos sentidos se incorporam os contornos, e o mundo se ausenta para a construção do espetáculo.
escuridão é, pode ser, uma onda imensa, onde, na crista ou nas entranhas negras, me confronto com um silêncio vazio e estranho. dolorosamente vazio. loucamente estranho.
horas decorridas e é madrugada. e o outro lado da ilha que se afasta num ciclo perpétuo de encontros e desencontros"

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