domingo, 11 de outubro de 2015

poema difícil

nada que sentir, domingo vão
serenas interdições na dicção humana
se é mercúrio retrógrado, apocalipse ou finalmente coma,
o passo humanídeo corre do latim-amônia

umbigo do universo em desencanto,
porém nas Igrejas coroas.
sexos, correntes, couro em pó diversos,
e nós? em anexo.
nada ao centro se assoma;
tudo rivaliza em relação ao pragmático cérebro
que nos guia à todos,
um quê submersos em fomes e agoras.

a Ágora do céu caiu na nossa cabeça
nós, tementes e ateus, tremendo de Deus nos seguidos recessos.

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