quarta-feira, 21 de março de 2012

A nave afundada num insano circular






sinto-me abrindo as asas novamente. e a única vantagem disso está em saber que sensações, ainda mais as definidas de prontidão, são inevitáveis: todas enclausuradas numa eterna má vontade...é o não querer revoltoso que, nova e insistentemente, me invade.
tem um elemento central em mim que eu desconhecia: terra, muita terra! e nesse momento crucial lembro-me de amigos não muito queridos pela sintaxe da emoção tagarelando a respeito da importância da rotina e da necessidade inadiável do "adequar-se". "é preciso trabalhar e pronto", diziam. ah, que inferno...
o inferno é travestido de maresia. e infelizmente meus amigos são terrosos.

tudo bem, entender é um grande passo, mesmo que "entender seja limitado". transcender!
preencher os espaços vazios com um lamacento bem-querer...


quem sabe a água?






voar não é a chave.
a chave está no fundo do pacífico esperando alguém de coração enorme...transbordar.

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