quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

aco(r)lh(al)imento

alviverde o homem
que vê a alvorada
de cima do morro:
não sabe o que faz
brigou, sentou, calou, suou, tremeu
cores são lindas dos verdes
mas se cores são de gente
vira couro, entorpecente.
a boca corrompe, homem!
gente é igual poeira:
avoa, mas logo assenta...
então se você por bonitezas da vida
soprou sem afagar,
só soprou a modo de espalhar,
agora senta
respira
almeja:
termina!

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