quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Martin de Thurah e a chuva

como ele mesmo diz,
de diretor à cozinheiro
e como ele, sabiamente usa
de Bjerre à Jónsi (e alex)
de Chopin à Bach
ai!, como ele, sensivel e belamente transporta
uma estatua de um lado à outro da cidade...
uma melancolia indispensável aos dias de chuva
(mas cuidado: é dispensável ao resto dos dias)

para conhecer a cidade das bicicletas, a cidade das águas e as outras cidades que cabem
na vaguidão do universo de dentro de um homem


http://vimeo.com/martindethurah

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